Fundamental, nos dias atuais, para a consolidação da imagem de organizações, produtos ou nomes, a Assessoria de Imprensa (AI) configura-se como uma importante ferramenta a pautar a mídia. O resultado mais evidente de sua atuação é a produção diária de notícias a partir de assuntos sugeridos pelos sistemas de comunicação, seja de empresas, entidades, instituições, pessoas físicas ou organismos governamentais.
Dado o número de assessorados potenciais, fica praticamente impossível a difusão de notícias sem a participação da AI. Ela contribui diretamente para a atualização das informações na mídia, por isso, pode-se dizer que uma de suas funções mais importantes é a de identificar assuntos úteis ao público, sob o ponto de vista jornalístico. Isso implica priorizar o leitor, ou seja, fornecer informações, ainda que o cliente não seja o foco principal.
No entanto, a AI adota uma série de mecanismos para que o assessorado alcance suas metas. Entre eles destacam-se: produção de releases, notas ou artigos opinativos, distribuídos estrategicamente à imprensa; checagem do recebimento de informações (folow up); coleta de informações divulgadas na mídia sobre o cliente (clipping); atualização de páginas na Internet; planejamento estratégico, implantação de sistema de comunicação interno em organizações com a produção e edição de boletins, revistas, intranet; treinamento dos assessorados no trato com a mídia (media training), entre outras ações.
Em tempos de Internet, mídias sociais -blogs, podcasts, webcasts- e novas tecnologias, tornou-se necessário trabalhar a imagem do assessorado por meio de um jornalismo bem feito. Nenhum veículo pretende pasteurizar a notícia, apenas adaptadando releases, uma vez que os demais receberam a mesma mensagem. Desse modo, o assessor, que também é um jornalista, precisa considerar as diferentes linhas editorias dos veículos, seus interesses, o perfil do leitor, entre outras características, como a estrutural, por exemplo. Em emissoras de rádio, por ter equipes mais enxutas, as pautas são distribuídas de maneira geral.
Diante disso, quanto mais direcionada, objetiva e confiável for a informação e o relacionamento entre AI e mídia, maior será o interesse em divulgar o assessorado. Há casos, em que uma sugestão de pauta lançada durante uma conversa com o jornalista é decisiva para produzir uma notícia.
Como administra informações e pretende ser uma fonte de credibilidade, cabe a AI traduzir da melhor forma a mensagem para que nenhum ruído de comunicação ocorra, sobretudo, em situações de conflito envolvendo seu cliente e o público. Nesse caso, o gerenciamento de crise, por meio da divulgação de notícias corretas e verdadeiras, é essencial.
No processo de comunicação, as pautas são fundamentais no dia-a-dia das redações, pois são idéias sobre a realidade dos assessorados que de alguma forma irão influenciar a sociedade. Logo, AI tem influência direta na geração de notícias, conseqüentemente, na formação da opinião pública.
Dado o número de assessorados potenciais, fica praticamente impossível a difusão de notícias sem a participação da AI. Ela contribui diretamente para a atualização das informações na mídia, por isso, pode-se dizer que uma de suas funções mais importantes é a de identificar assuntos úteis ao público, sob o ponto de vista jornalístico. Isso implica priorizar o leitor, ou seja, fornecer informações, ainda que o cliente não seja o foco principal.
No entanto, a AI adota uma série de mecanismos para que o assessorado alcance suas metas. Entre eles destacam-se: produção de releases, notas ou artigos opinativos, distribuídos estrategicamente à imprensa; checagem do recebimento de informações (folow up); coleta de informações divulgadas na mídia sobre o cliente (clipping); atualização de páginas na Internet; planejamento estratégico, implantação de sistema de comunicação interno em organizações com a produção e edição de boletins, revistas, intranet; treinamento dos assessorados no trato com a mídia (media training), entre outras ações.
Em tempos de Internet, mídias sociais -blogs, podcasts, webcasts- e novas tecnologias, tornou-se necessário trabalhar a imagem do assessorado por meio de um jornalismo bem feito. Nenhum veículo pretende pasteurizar a notícia, apenas adaptadando releases, uma vez que os demais receberam a mesma mensagem. Desse modo, o assessor, que também é um jornalista, precisa considerar as diferentes linhas editorias dos veículos, seus interesses, o perfil do leitor, entre outras características, como a estrutural, por exemplo. Em emissoras de rádio, por ter equipes mais enxutas, as pautas são distribuídas de maneira geral.
Diante disso, quanto mais direcionada, objetiva e confiável for a informação e o relacionamento entre AI e mídia, maior será o interesse em divulgar o assessorado. Há casos, em que uma sugestão de pauta lançada durante uma conversa com o jornalista é decisiva para produzir uma notícia.
Como administra informações e pretende ser uma fonte de credibilidade, cabe a AI traduzir da melhor forma a mensagem para que nenhum ruído de comunicação ocorra, sobretudo, em situações de conflito envolvendo seu cliente e o público. Nesse caso, o gerenciamento de crise, por meio da divulgação de notícias corretas e verdadeiras, é essencial.
No processo de comunicação, as pautas são fundamentais no dia-a-dia das redações, pois são idéias sobre a realidade dos assessorados que de alguma forma irão influenciar a sociedade. Logo, AI tem influência direta na geração de notícias, conseqüentemente, na formação da opinião pública.